A turma quis saber como os alunos chegavam à escola. Na segunda-feira, duas equipas ficaram junto dos portões durante o mesmo intervalo, antes das aulas. A equipa do portão norte contou quem entrou a pé; a do sul contou quem entrou de bicicleta. Cada equipa escreveu o resultado numa folha. No portão norte entraram quinze alunos a pé. No sul chegaram seis alunos de bicicleta, mas também entraram alunos a pé que essa equipa não contou. As folhas tinham o nome do portão e o meio de transporte observado. Ao juntá-las, a turma percebeu que os registos respondiam a perguntas diferentes. Na terça-feira, antes das aulas e durante o mesmo intervalo da segunda-feira, ambas as equipas contaram os dois meios de transporte em cada portão. A professora pediu que registassem também o dia e o intervalo da observação. Uma criança que voltava da papelaria entrou de novo pelo sul, e a equipa anotou o seu nome à parte. Ela já tinha sido contada quando chegou antes das aulas. Os novos registos permitiam comparar entradas a pé e de bicicleta nos dois portões durante aquele intervalo. A entrada repetida da mesma criança não correspondia a outro aluno. Ainda assim, a turma não juntou os números de segunda e terça para dizer quantos alunos diferentes estudavam na escola. Muitos dos mesmos colegas vieram nos dois dias, e havia quem chegasse depois do intervalo observado.