O mural de uma turma fictícia tem espaço para seis folhas. Beatriz propôs preenchê-lo com desenhos da visita ao museu. Considerava que as imagens ajudariam a recordar o que tinham visto. Ivo preferia colocar perguntas que os visitantes do corredor pudessem responder. Para experimentar, usaram duas folhas: numa puseram um desenho de um barco; na outra escreveram uma pergunta sobre a sala onde ele estava exposto. Durante um intervalo, quatro colegas pararam diante do desenho. Dois deles responderam à pergunta. Não se registou quanto tempo cada colega ficou nem se já conhecia o museu. Beatriz disse que o desenho tinha despertado atenção. Ivo afirmou que a pergunta tinha provocado uma resposta. Nenhum deles precisava de apagar a observação do outro: as quatro paragens e as duas respostas descreviam ações diferentes. Um colega sugeriu escolher a proposta com o maior número, mas a turma perguntou primeiro o que queria conseguir com o mural. Decidiram misturar desenhos e perguntas para recordar a visita e iniciar conversas. Esta decisão respondeu aos dois objetivos. A experiência de um intervalo não mostrava ainda como seria a participação ao longo de uma semana. Por isso, deixaram uma pequena grelha para registar paragens e respostas em novos intervalos.