Numa escola fictícia, a turma desenhou um mapa do recreio para receber alunos novos. O mapa indica a entrada, o campo de jogos, os bancos e a zona coberta. Não pretende mostrar cada pedra do chão. Seleciona os elementos que ajudam alguém a orientar-se. Marta desenhou uma estrela junto à entrada. No canto da folha, escreveu que a estrela significa «ponto de encontro». Tomás queria usar outra estrela para o seu banco preferido. A turma decidiu empregar um círculo para os bancos, pois dois significados para o mesmo sinal poderiam confundir quem chegasse. A primeira versão mostrava apenas o caminho mais curto até ao campo. Ao percorrê-lo, um colega encontrou uma passagem estreita entre dois bancos. A turma acrescentou um segundo percurso, mais comprido, por uma área larga. O novo aluno podia escolher o caminho mais adequado sem ter de adivinhar o que o traço escondia. O mapa foi colocado à altura dos olhos, perto da entrada. Ana disse que assim ficava mais bonito. Duarte observou que, nessa posição, conseguia ler a legenda sem se baixar. As duas afirmações referem-se ao mesmo cartaz, mas uma exprime um gosto e a outra descreve uma ação que ele realizou.