A redação fictícia do jornal da escola recebeu uma nota: «Na terça-feira, a turma plantou três vasos de ervas junto à biblioteca.» A nota acrescentava que a bibliotecária ajudara a escolher o lugar. Sara ficou encarregada de preparar uma notícia curta para o mural. No primeiro rascunho, escreveu que os vasos já tinham perfumado o corredor. Gostava dessa ideia, mas não a tinha observado. Ao reler a nota, percebeu que ela descrevia a plantação e a escolha do espaço, sem referir cheiro algum. Sara riscou a frase e manteve o que estava registado. Para explicar a participação da bibliotecária, perguntou-lhe porque indicara aquele lugar. Na conversa inventada para esta atividade, a bibliotecária respondeu: «A janela fica perto e consigo verificar os vasos quando passo.» Sara atribuiu-lhe a frase, em vez de a apresentar como uma explicação que toda a turma tinha dado. A notícia final informou quando e onde tinham plantado, quantos vasos eram e quem ajudara. Terminou com a declaração da bibliotecária. Um colega sugeriu o título «O corredor já cheira a jardim». Sara escolheu «Três vasos chegam à biblioteca». Preferiu um título apoiado no acontecimento descrito a uma imagem bonita que acrescentava um resultado por confirmar.