A biblioteca de uma escola fictícia experimentou abrir durante dois intervalos. Na segunda-feira, contou entradas pela porta. Na terça-feira, contou empréstimos no balcão. O primeiro registo tinha mais marcas do que o segundo. A equipa quis saber se a abertura tinha sido mais útil na segunda-feira. A funcionária lembrou que entrar não implica pedir um livro emprestado. Há quem leia no local, consulte um dicionário ou acompanhe um colega. Além disso, uma mesma pessoa podia entrar mais de uma vez no intervalo de segunda-feira. O registo não identificava pessoas, apenas passagens pela porta. Um aluno sugeriu comparar os dois totais como se fossem visitantes. Outra aluna propôs contar a mesma ação nos dois dias. A equipa aceitou a segunda proposta e decidiu registar empréstimos em ambos os intervalos da semana seguinte. Também anotaria a duração de cada abertura, para não comparar períodos de extensão diferente. O relato da experiência inicial conserva os dois registos, mas explica o que cada um mede. Não conclui que a biblioteca de segunda-feira tenha ajudado mais pessoas. Um empréstimo é uma forma de utilização, não a única. Para compreender outros usos, a equipa teria de recolher informação adicional, sem transformar entradas repetidas em leitores diferentes.