Este roteiro fictício organiza uma visita à exposição de maquetas da escola. A entrada é pelo portão norte. Às dez horas, os visitantes reúnem-se na zona coberta junto a esse portão, onde recebem um cartão com o número do grupo. A zona coberta serve de ponto de encontro mesmo que o céu esteja limpo. Se chover, cada grupo segue pelo corredor interior até à sala das maquetas. Se não chover, passa primeiro pelo pátio, onde há uma maqueta maior, e depois entra na mesma sala. O percurso interior não inclui a maqueta do pátio. Em ambos os casos, a visita à sala começa às dez e quinze. Na sala, o grupo lê os cartões das três maquetas que lhe foram atribuídas e regista uma semelhança entre elas. Só depois escolhe a maqueta sobre a qual quer fazer uma pergunta. Um monitor recolhe as perguntas e chama os grupos por número; esse número organiza a chamada, não indica uma classificação dos trabalhos. À saída, os visitantes devolvem o cartão na caixa do portão norte. Quem perder o cartão deve comunicar o número do grupo ao monitor, em vez de retirar outro da caixa. A organização necessita de saber quantos cartões regressaram. Este registo não permite, por si, contar visitantes: várias pessoas partilham o mesmo cartão de grupo.