História e Geografia
70 materiais para praticar.
6º ano
Fontes, perguntas e evidências
Uma fonte histórica é um vestígio relacionado a uma pergunta sobre o passado. Objetos, imagens, textos e relatos orais precisam de autoria, contexto e comparação. Um depoimento pode informar sobre a memória de alguém sem provar que todas as pessoas viveram a mesma experiência. Os acervos brasileiros também incluem vestígios materiais estudados pela arqueologia.
Registros e diversidade indígena
Registros materiais e tradições orais permitem estudar diferentes sociedades. Os povos indígenas de diversas regiões brasileiras têm histórias e contribuições próprias; não formam uma cultura única nem pertencem somente ao passado. Ausência de escrita alfabética não significa ausência de memória, conhecimento ou história. Os exemplos inventados desta missão não descrevem um povo específico.
Paisagens em transformação
A paisagem reúne elementos percebidos em um lugar. Comparar registros de épocas diferentes ajuda a reconhecer transformações por trabalho, urbanização e processos naturais. A presença de uma árvore não torna toda a paisagem natural; uma cidade também contém água, solo e vegetação. Os lugares e mudanças descritos sem fonte são situações fictícias.
Água, bacias e usos do solo
Uma bacia hidrográfica reúne áreas que drenam água para um curso principal e seus afluentes. Divisores de águas separam drenagens; nascente e foz são partes diferentes do percurso. Infiltração e escoamento dependem também de solo, relevo e cobertura. O uso da água conecta áreas a montante e a jusante. A BNCC inclui bacias brasileiras e latino-americanas; os desenhos textuais desta missão são fictícios.
Escala e distâncias no mapa
Na escala numérica 1:n, uma unidade medida no mapa representa n unidades iguais no terreno. Converta centímetros para metros ou quilômetros depois de multiplicar. A escala gráfica pode ser medida com seu próprio segmento; um mapa ampliado exige atenção à validade da escala numérica. As distâncias, nomes de pontos e percursos desta missão são fictícios e não representam medidas reais de cidades brasileiras.
7º ano
Conquista, alianças e resistências
Estudar a conquista europeia da América exige reconhecer sociedades americanas diversas, interesses dos agentes, alianças, confrontos e resistências. Um acordo com um grupo não representa o consentimento de todos; resistência não se limita ao combate armado. Os pequenos casos desta missão são simulações didáticas, não transcrições de documentos históricos.
Território e fontes da América portuguesa
O território da América portuguesa deve ser estudado como formação histórica, com disputas, deslocamentos e mudanças. Mapas históricos representam conhecimentos e interesses de sua época; não devem ser lidos como retratos prontos do Brasil atual. A comparação precisa usar datas, legendas e autoria. Os mapas verbais dos exercícios são fictícios, e nenhuma linha inventada equivale a um limite histórico real.
Trabalho e escravização no mundo atlântico
Escravidão moderna, escravidão antiga e servidão medieval precisam ser comparadas em seus contextos, sem tratá-las como instituições idênticas. O tráfico atlântico envolveu captura, coerção, transporte e comércio de pessoas escravizadas, agentes e regiões diferentes. Na América portuguesa, estudar o trabalho exige reconhecer a violência da escravização e a ação dos sujeitos escravizados. As situações simplificadas desta missão são fictícias.
Território brasileiro e redes de circulação
A formação territorial brasileira relaciona fluxos de pessoas, atividades econômicas e conflitos. Redes de transporte e comunicação conectam pontos, mas não garantem acesso igual para todas as populações. Ao estudar cidades brasileiras, diferencie existência de infraestrutura, possibilidade de uso e efeitos territoriais. Os croquis, nomes genéricos e dados de acesso desta missão são fictícios.
Regiões brasileiras e biomas
O IBGE distingue cinco Grandes Regiões do Brasil: Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. No quadro de biomas continentais são reconhecidos Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal. Região político-administrativa e bioma usam critérios diferentes; seus limites não precisam coincidir. A Amazônia não é sinônimo de toda a Região Norte, e um estado pode abranger mais de um bioma.
8º ano
Revoluções, privilégios e direitos
O estudo do Iluminismo, do liberalismo e da Revolução Francesa envolve disputas sobre poder, privilégios e direitos. Limitar o poder por leis não garante, por si só, participação política de toda a população. Uma declaração de igualdade deve ser confrontada com as condições efetivas de inclusão. Os regulamentos e sociedades dos exercícios são simulações, não citações de leis francesas.
Independências e permanências
As independências americanas envolvem agentes, conflitos, interesses e configurações territoriais diferentes. No Brasil, a independência política ocorreu em 1822; a escravidão não foi abolida naquele momento. A abolição legal veio em 1888. Separar soberania política, forma de governo e relações sociais evita apresentar independência como mudança total e instantânea. As trajetórias A e B dos exercícios são fictícias.
Abolição e legados da escravidão
A Lei nº 3.353, de 13 de maio de 1888, declarou extinta a escravidão no Brasil. A mudança legal não eliminou automaticamente desigualdades de trabalho, terra ou participação social. Para estudar os legados da escravidão, investigue condições e evidências, reconhecendo a ação de pessoas e movimentos negros. Os registros de acesso dos exercícios são fictícios e não equivalem a estatísticas brasileiras.
Migrações e dinâmica demográfica
A dinâmica demográfica considera nascimentos, mortes, entradas e saídas de pessoas. Crescimento vegetativo é a diferença entre nascimentos e mortes; saldo migratório é a diferença entre entradas e saídas. Mudança de residência pode ser voluntária ou forçada, e deslocamento diário não é o mesmo que migração residencial. Todos os municípios, famílias e números dos exercícios são fictícios.
Cidades e desigualdades de acesso
Nas cidades latino-americanas, concentração populacional, trabalho, infraestrutura e segregação precisam ser analisados em conjunto. Proximidade de um equipamento não garante acesso; custo, transporte, horário e capacidade também importam. Risco socioambiental não deve ser atribuído como culpa dos moradores. Os bairros brasileiros genéricos e as condições apresentadas são fictícios.
9º ano
República brasileira e inclusão social
O Decreto nº 1, de 15 de novembro de 1889, proclamou provisoriamente a República Federativa como forma de governo. Estudar a República brasileira exige investigar mudanças políticas e a inserção da população negra após a abolição, reconhecendo suas ações. República, democracia, igualdade jurídica e acesso efetivo não são termos equivalentes. Os regulamentos e registros sociais dos exercícios são fictícios.
Ditadura, resistência e redemocratização
O Arquivo Nacional identifica o período do regime militar brasileiro entre 1964 e 1985. A BNCC propõe estudar ditadura, resistências e mobilização para a Constituição de 1988. A Constituição assegura direitos e liberdades; sua realização exige condições e participação. Memória e justiça precisam de fontes e confronto de perspectivas, sem tratar relatos fictícios como documentos reais.
Globalização e redes produtivas
Integração mundial envolve circulação econômica, política e cultural. Cadeias produtivas podem conectar países e etapas diferentes; uma mudança técnica pode afetar trabalhadores de modos distintos, inclusive no Brasil. Conexão não implica igualdade de poder ou distribuição uniforme de benefícios. Os fluxos entre Brasil, países europeus e asiáticos descritos aqui são simulações, sem valores comerciais reais.
Eurásia e critérios de regionalização
A BNCC propõe relacionar componentes físico-naturais da Eurásia aos determinantes histórico-geográficos da divisão em Europa e Ásia. Regionalizar é agrupar áreas segundo um critério, que pode ser ambiental, político, econômico ou histórico-cultural. Fronteira de Estado, divisão continental e zona climática são objetos distintos. As regiões A e B dos exercícios são inventadas; suas linhas não representam fronteiras reais.
Recursos e cadeias industriais
Cadeias industriais e de inovação conectam extração, transformação, transporte e consumo. O uso de recursos naturais e de fontes de energia tem consequências que precisam ser analisadas em diferentes lugares. Fonte renovável não significa impacto inexistente, e aumento de produção não garante acesso igual aos produtos. As fábricas, países genéricos e condições dos exercícios são fictícios.
3º ano
Investigar a história do bairro
Uma foto, um objeto, um texto ou uma conversa podem ajudar a estudar o bairro. Pergunte quem fez o registro, quando e para quê. Compare fontes: uma lembrança não mostra tudo o que todas as pessoas viveram. Os relatos e as datas desta missão são inventados para estudo.
Patrimônio e memória do município
Patrimônio cultural tem valor para a memória e a vida dos grupos. Pode incluir construções e práticas transmitidas entre pessoas. Uma placa e um nome de rua fazem lembrar escolhas da comunidade: pergunte quem aparece e quem ficou de fora. Os exemplos não afirmam tombamento oficial.
Espaços públicos, domésticos e de conservação
Espaço doméstico é usado na vida de uma casa. Ruas e praças são espaços públicos de uso coletivo. Bibliotecas e outros serviços têm regras de acesso e horários. Uma área de conservação exige cuidados próprios. Ser público não significa poder usar sem regra nem cuidar sozinho de tudo.
Trabalho, lazer e mudanças no cotidiano
Trabalho e lazer existem no campo e na cidade. Compare registros de épocas diferentes para descobrir mudanças e permanências. Uma ferramenta nova pode mudar uma tarefa sem apagar seu objetivo. Não diga que todas as pessoas de um lugar trabalham ou descansam do mesmo modo.
Culturas e comunidades nos lugares de vivência
Bairros, cidades e áreas rurais reúnem grupos com histórias e práticas diversas. Povos indígenas, comunidades quilombolas e outras comunidades tradicionais têm modos de vida próprios e atuais. Compare relatos concretos; não deduza a cultura de uma pessoa apenas pelo lugar, roupa ou aparência. Os exemplos pessoais são fictícios.
Paisagens, matérias-primas e trabalho
Paisagens mudam por processos naturais e por ações humanas. Compare o que está descrito nos registros. Produtos podem vir do cultivo ou da extração e depois ser transformados. Campo e cidade têm trabalhos variados e se conectam; o lugar onde se vende um produto não é sempre o lugar onde ele foi produzido.
Legendas e representações do lugar
Uma representação seleciona aspectos de um lugar. A legenda explica seus símbolos; a mesma marca pode ter significados diferentes em mapas diferentes. Uma maquete tem volume; um desenho no papel é plano. Nos exercícios, cada representação é descrita por texto e sua legenda está no próprio item.
4º ano
Mudanças e permanências na cidade
Compare registros do mesmo lugar em dois tempos. Mudança é uma alteração; permanência é algo que continua. Pessoas e grupos participam das transformações. Uma obra pode facilitar uma atividade e dificultar outra. As fotografias descritas e os depoimentos desta missão são situações inventadas.
Caminhos, produtos e trocas
Pessoas e mercadorias circulam por caminhos terrestres, fluviais e marítimos. O percurso depende dos lugares conectados e dos meios disponíveis. Uma nova rota pode alterar o acesso ao comércio. Compare os trajetos descritos; não suponha que todos os lugares têm as mesmas opções.
Migrações e histórias das pessoas
Migração envolve mudança do lugar de moradia. Pode ocorrer dentro do Brasil ou entre países. Pessoas mudam por motivos diferentes; seus conhecimentos e experiências participam da vida do destino. Deslocamento forçado não deve ser tratado como escolha livre. Os relatos deste banco são fictícios.
Campo, cidade e caminhos de produtos
Campo e cidade se relacionam por produtos, serviços, informações e pessoas. Uma cadeia de produção pode passar por cultivo, transformação, circulação e consumo. Atividades e tecnologias existem em contextos rurais e urbanos; não use o endereço como única pista para definir o trabalho.
Orientação e leitura de mapas
Norte, sul, leste e oeste são direções cardeais. Use a orientação indicada no mapa; direita da folha não é sempre leste. Inverta a relação ao trocar o ponto de partida. Mapas podem mostrar ruas, relevo ou outros temas e devem indicar sua finalidade. Todos os percursos deste banco são fictícios.
Municípios, estados e Grandes Regiões do Brasil
Município, estado e Grande Região são recortes diferentes. O IBGE reúne as Unidades da Federação em Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. O Distrito Federal é uma Unidade da Federação e não se divide em municípios. Bairro e capital não são uma Grande Região. Use a divisão oficial, não apenas o nome do lugar.
Territórios, diversidade e participação municipal
Culturas indígenas, afro-brasileiras e de outras origens participam da vida brasileira. Territórios indígenas e quilombolas se relacionam com direitos, histórias e modos de vida; não são definidos pela aparência das pessoas. No município, Prefeitura, Câmara de Vereadores e conselhos têm papéis distintos. Consulte fontes e canais de participação, sem presumir decisões locais.
5º ano
Cidadania, direitos e diversidade
Cidadania envolve direitos, participação e respeito às diferenças. Direitos não dependem de gostar de alguém nem podem ser retirados apenas por uma votação. Muitas conquistas de direitos resultam de organização e ação ao longo do tempo. Igual respeito pode exigir apoios diferentes para permitir participação.
Memória, linguagens e vozes da comunidade
Textos, falas, imagens e objetos comunicam memórias de modos diferentes. Cada registro tem autoria e contexto. Monumentos e nomes de lugares destacam algumas pessoas ou grupos; outros podem estar ausentes. Compare pontos de vista e formas de divulgação, sem tratar toda fonte como retrato completo.
Marcar o tempo e transmitir patrimônio
Sociedades marcam o tempo de diferentes formas, por calendários e ciclos observados, conforme sua história e seu lugar. Povos indígenas e africanos são diversos: não têm um único calendário ou costume. Patrimônios materiais e imateriais podem mudar e continuar significativos. Os ciclos dos casos são fictícios, sem atribuição a povo real.
População, migrações e infraestrutura
População e infraestrutura precisam ser estudadas com dados e contexto. A chegada de moradores pode mudar a procura por serviços, mas não informa sozinha as condições de acesso. Compare informações do mesmo período e unidade. Origem ou identidade de uma pessoa não determinam renda nem necessidades. Os números são simulações didáticas.
Redes entre cidades e mudanças nos transportes
Cidades se conectam por pessoas, mercadorias, serviços e informações. Uma cidade pode oferecer um serviço usado por moradores de outras, sem ser maior em todos os aspectos. Mapas temáticos e percursos ajudam a ler essas relações. Mudanças de transporte e comunicação afetam tempo e acesso. Todos os lugares e trajetos deste banco são fictícios.
Problemas ambientais e participação local
Investigue problemas ambientais com registros do lugar. Resíduos e despejos podem prejudicar a qualidade da água; aparência sozinha não prova que ela é própria para beber. Descreva o problema, busque os responsáveis e acompanhe a resposta. Propostas devem ter ação concreta. Não se aproximar de água contaminada nem manusear resíduos para pesquisar.
1ª série · Ensino Médio diurno · Espírito Santo
Cartografia: escala, projeção e decisão
Escala relaciona medidas na representação e no terreno. Ampliações mudam a escala numérica, enquanto a barra ampliada junto continua útil. Mapas temáticos precisam de período, unidade e projeção; uma escolha de rota também depende das condições do caminho.
Paisagem e usos do lugar
Paisagens registram interações sociais e naturais. Uma comparação requer pontos de observação e períodos compatíveis. Lugar inclui vivências e relações; fotografias não esgotam uso, conflito ou significado.
Regionalização e critérios de comparação
Regionalizar é delimitar conjuntos segundo um critério e uma finalidade. Um território pode participar de agrupamentos diferentes. Médias e limites regionais não eliminam diferenças internas.
Bacias, ocupação e usos da água
Bacias conectam áreas por escoamento e infiltração. Quantidade, qualidade e acesso à água são dimensões diferentes. Para avaliar uma intervenção, considerar posição na rede, chuvas e usos do solo.
Tempo, clima e comparação de séries
Tempo descreve condições atmosféricas em um momento; clima envolve padrões e variação de séries prolongadas. Comparações requerem estações, períodos e procedimentos compatíveis. Uma anomalia isolada não caracteriza uma tendência.
Fontes: autoria, circulação e silêncios
Fontes não respondem a qualquer pergunta: autoria, finalidade, circulação e preservação delimitam o que permitem inferir. Concordância entre cópias não representa confirmação independente. Silêncios podem decorrer da seleção do registro.
Temporalidades, mudança e permanência
Tempo cronológico localiza acontecimentos; tempo histórico considera processos com ritmos diferentes. Um marco jurídico pode mudar antes das práticas. Causalidade exige mecanismo e confronto, além da sucessão.
África: poder, comércio e diversidade
O estudo de impérios africanos considera relações de poder, circulação, produção e diversidade cultural. Conectar um espaço por trocas não torna idênticos seus participantes. Registros de viajantes exigem localização e posição de autoria.
Colonização: conflitos, fontes e ação dos sujeitos
Colonização envolveu imposição, negociação, exploração e resistência. Fontes de autoridades coloniais expressam posições situadas; ordens não comprovam cumprimento. Povos indígenas e africanos têm trajetórias diversas e agem sob relações de poder desiguais.
Trabalho, técnica e relações de poder
Tecnologias alteram tarefas e organização do trabalho em relações sociais concretas. Produção maior não demonstra distribuição de benefícios. Escravidão e servidão devem ser estudadas historicamente, sem confundir coerção e escolha livre ou apagar diferenças.
2ª série · Ensino Médio diurno · Espírito Santo
Indústria: localização, redes e distribuição
Localização industrial envolve infraestrutura, trabalho, mercados e decisões. Transferir uma etapa produtiva não significa dispersar comando e renda. Modelos de organização precisam ser analisados pelas relações que produzem, não por rótulos.
Logística e energia: escolhas territoriais
Infraestrutura conecta produção, circulação e serviços em condições territoriais concretas. Custo, prazo, capacidade, continuidade e impacto são critérios distintos. Fontes energéticas e modais devem ser comparados segundo finalidade e localização.
Espaço agrário: terra, trabalho e produção
O espaço agrário articula posse e uso da terra, técnicas, trabalho, circulação e conflitos. Produção, produtividade e distribuição de renda são medidas diferentes. Grupos e formas de organização não se identificam apenas pelo produto cultivado.
Demografia: taxas, migração e limites
População muda por nascimentos, mortes e migração. Comparar totais exige denominadores e períodos; crescimento pode coexistir com envelhecimento. Indicadores agregados não descrevem experiências individuais nem causas únicas.
Urbanização: redes e acesso aos serviços
Urbanização envolve população, funções, redes e organização do espaço. Tamanho de cidade não mede sozinho influência ou acesso. A hierarquia de serviços pode operar por conexões que atravessam fronteiras administrativas.
Técnica, direitos e decisões históricas
Tecnologias são apropriadas em relações sociais. Compare usos, atores, instituições e efeitos, distinguindo promessa de resultado e consequência de intenção.
Religiões: permanências, rupturas e contextos
Práticas religiosas têm histórias plurais. Investigue transformações nas instituições, circulação e apropriação de práticas, distinguindo crença pessoal de explicação histórica e sem hierarquizar religiões.
Direitos, movimentos e reconhecimento
Demandas contemporâneas têm trajetórias históricas. Compare reivindicações, formas de organização e respostas institucionais sem reduzir povos e movimentos a uma experiência única.
Organismos internacionais: mandatos e limites
Instituições internacionais têm mandatos, recursos e decisões situadas. Avalie o que podem fazer, quem decide, como atuam e que efeitos produzem, distinguindo recomendação, acordo e implementação.
Patrimônio: vozes, usos e preservação
Patrimônio material e imaterial envolve seleção, práticas e relações sociais. Preservar exige participação dos detentores, condições de continuidade e crítica das escolhas de representação.
3ª série · Ensino Médio diurno · Espírito Santo
Segregação, serviços e risco urbano
Risco urbano resulta da relação entre processos físicos, exposição e vulnerabilidade. Analise localização, acesso a serviços, decisões de uso do solo e efeitos distributivos das intervenções.
Redes globais: fluxos e controle
Redes conectam pontos de modo desigual. Distinga circulação física, coordenação, propriedade e apropriação do valor, examinando dependências e efeitos de interrupções.
Exclusão, indicadores e políticas territoriais
Exclusão é multidimensional e territorial. Relacione renda, trabalho, serviços, educação e condições de participação, usando denominadores e dados desagregados para avaliar políticas.
Comércio, blocos e distribuição dos efeitos
Acordos comerciais alteram regras e relações, com efeitos distintos entre setores e territórios. Distinga tarifa, circulação, custo final, condições produtivas e distribuição de ganhos.
Territórios, conflitos e negociação
Conflitos territoriais envolvem trajetórias, agentes, recursos, identidades e relações de poder. Compare mapas e fontes, distinguindo fronteira reconhecida, controle efetivo e usos; avalie propostas por seus efeitos e participação.
Imperialismo, fronteiras e mobilidade
O imperialismo dos séculos XIX e XX articulou domínio, interesses econômicos e justificações políticas. Investigue agentes, resistências, fronteiras e mobilidade por fontes situadas, sem tomar o discurso de dominação como descrição neutra.
República: poder, participação e cidadania
Regime, direitos formais e participação efetiva são dimensões diferentes. Na história republicana brasileira e capixaba, compare instituições, práticas de poder e ação coletiva em seus períodos.
Trabalho, movimentos e ambiente
Relações de trabalho mudam com técnicas, instituições e ação coletiva. Compare produtividade, remuneração, autonomia e efeitos ambientais em fontes de diferentes atores.
Violência: registros e formas de enfrentamento
Formas de violência e seus usos têm contextos e relações de poder. Analise registros, cobertura, proteção e participação, distinguindo visibilidade, ocorrência e condições de enfrentamento.
Fontes, memória e construção da narrativa
Narrativas e memórias selecionam e interpretam vestígios. Confronte autoria, contexto, cronologia, alcance e divergências, distinguindo experiência lembrada, encenação e prova documental.
