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As setas e o caminho · Guia e soluções

8-ano · relato de teste com instruções

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  1. Se a turma atribuísse à mesma placa a chegada dos dois primeiros visitantes, qual problema encontraria ao cruzar as conversas?

    A conhecida usou a memória; o novo precisou perguntar antes de ver a segunda placa.

    Parágrafos 2.

    A conhecida quase não olha a placa por lembrar o caminho. O novo para antes de vê-la e pergunta. As chegadas não constituem dois usos bem-sucedidos da mesma indicação. «A orientação foi lida tarde pela conhecida e cedo pelo visitante novo.» A conhecida relata pouco uso da placa, e o novo não a vê naquele ponto; inverte a exposição. «Os visitantes receberam ajuda, embora tivessem lembranças diferentes do caminho.» A conhecida chega sem pedir ajuda, ao contrário do visitante novo. «Os visitantes usaram a segunda placa, mas discordaram sobre a sala indicada.» Não há confirmação de uso da segunda placa por ambos nem discordância sobre a sala.

  2. Ao ligar as conversas dos visitantes à orientação escrita para o teste, qual interpretação evita confundir o apoio disponível com a eficácia das placas?

    A regra permitia chegar com ajuda, e a chegada sem perguntas também podia depender do conhecimento anterior do caminho.

    Parágrafo 2, oração 2; Parágrafo 2, oração 5; Parágrafo 3, oração 1.

    A orientação oferece ajuda quando falta uma indicação; a visitante conhecida, por sua vez, lembra o caminho e mal olha a placa. Chegar ao destino pode, portanto, resultar de apoio ou de memória, sem demonstrar a eficácia das placas. A alternativa que dispensa apoio aos conhecidos inventa uma exceção à regra e troca memória por leitura. A que manda perguntar depois da chegada inverte o momento previsto e ignora que a segunda placa não estava visível quando o novo pediu ajuda. A que reúne os visitantes atribui à conhecida a ajuda que foi solicitada a um estudante, sem percurso conjunto narrado.

  3. Qual comparação entre os visitantes ajuda a explicar a mudança feita antes do novo teste?

    A chegada da conhecida ocultava um problema que apareceu quando alguém sem memória do trajeto chegou à escada.

    Parágrafo 2, oração 2; Parágrafo 2, oração 4; Parágrafo 4, oração 1.

    A conhecida usou a memória; o visitante novo parou sem ver a segunda placa. Colocar uma indicação antes da curva responde à dificuldade que a chegada da conhecida não revelava. “A chegada da conhecida mostrou que a escada precisava ser nomeada de novo para quem já frequentava a sala.” Ela mal olhou a placa e chegou por conhecer o trajeto; o problema observado surgiu com o visitante novo. “O pedido do visitante novo revelou que a primeira seta levava a um corredor diferente do usado pela conhecida.” O novo seguiu a primeira seta pelo corredor; o texto não descreve outro corredor escolhido pela conhecida. “O avanço do visitante novo mostrou que a leitura à distância já era a principal falha antes de rever as placas.” A queixa de leitura à distância veio depois da revisão, quando outra pessoa nova chegou à porta.

  4. Qual comparação ficaria disponível com o novo registro, mas não com as duas chegadas do relatório inicial?

    Comparar o trajeto lembrado pela conhecida ao ponto de apoio necessário para o visitante novo.

    Parágrafos 1, 2, 3, 4.

    O relatório inicial registra só o destino. O novo registro inclui pontos de visão e de ajuda, permitindo separar o trajeto já lembrado da necessidade de apoio durante o caminho. «Comparar os pedidos de ajuda feitos pelos dois visitantes depois de lerem a segunda placa.» Só o visitante novo pede ajuda, antes de ver a segunda placa; a conhecida chega sem apoio. «Comparar duas chegadas sem apoio realizadas por visitantes que seguiram as duas indicações.» A conhecida usa a memória e o novo recebe ajuda; não são duas chegadas pelas setas sem apoio. «Comparar os percursos de duas pessoas que desconheciam o prédio quando entraram.» Uma pessoa já conhecia o prédio; tratar ambas como novas apaga uma condição necessária para comparar os percursos.

  5. O que distingue o obstáculo do primeiro visitante novo daquele encontrado na visita após a revisão?

    O primeiro perdeu uma orientação no ponto de decisão; o seguinte alcançou outro ponto e ali não leu bem.

    Parágrafo 2, oração 3; Parágrafo 2, oração 4; Parágrafo 5, oração 1.

    O primeiro visitante parou diante da escada com a placa fora de vista. Após a revisão, outra pessoa nova chegou à porta e apontou uma dificuldade de leitura. São obstáculos em etapas diferentes. “O primeiro seguiu uma indicação pouco nítida; o seguinte voltou à escada para procurar alguém da equipe.” A dificuldade inicial era ver a placa, não ler letras pouco nítidas; não há retorno posterior à escada. “O primeiro parou por não reconhecer a porta; o seguinte pediu ajuda antes de chegar ao corredor.” O primeiro parou diante da escada; o visitante posterior avançou até a porta, não ficou antes do corredor. “O primeiro usou um trajeto lembrado; o seguinte encontrou a indicação ainda escondida depois da curva.” A memória era da visitante conhecida; a indicação foi colocada antes da curva para a revisão.

  6. Uma foto mostra cada visitante na sala, mas não o percurso. Que conclusão mudaria ao acrescentar as notas das conversas?

    A presença dos dois indica o mesmo resultado final, mas caminhos com apoios diferentes.

    Parágrafos 1, 2, 3, 4.

    As conversas atribuem uma chegada à memória e registram um pedido de ajuda na outra. A fotografia confirma presença na sala, mas não essas condições distintas de chegada. «A chegada da conhecida indica que a placa antes da curva já existia no primeiro teste.» A placa antes da curva pertence à revisão, não explica o trajeto inicial da conhecida. «A chegada do novo indica que ele conseguiu ler a segunda placa da posição onde parou.» No ponto de parada a placa estava fora do campo de visão; o visitante pede ajuda. «A presença da conhecida indica que ela guiou o visitante novo desde a entrada.» O texto distingue os dois percursos e não atribui à conhecida a condução do novo.

As setas e o caminho