6º anoPercurso edumaterial
O que vais aprender
- Relacionar formação de rochas e preservação de fósseis.
- Interpretar camadas sem inventar idades numéricas.
Antes de começar
- Distinguir vestígio e organismo atual.
A ideia central
Rochas ígneas se formam pela solidificação de material fundido. Rochas sedimentares podem resultar de deposição e consolidação de sedimentos. Rochas metamórficas se transformam sob pressão e temperatura sem fusão completa. Os nomes explicam processos, não apenas a cor ou o lugar de uma amostra.
Fósseis podem ser restos ou vestígios de seres do passado, como uma marca preservada. Não se limitam a ossos. É comum estudar fósseis em rochas sedimentares, porque a deposição pode permitir preservação de registros; não significa que qualquer pedra com uma mancha contenha um fóssil identificado.
Em camadas depositadas e não perturbadas, uma camada inferior precede uma camada superior. Isso oferece uma relação de idade, não uma data exata em anos. Se houve inversão ou mistura, a leitura deve ser revista. Os exemplos são modelos de registros, sem coleta ou identificação de amostras desconhecidas.
- Vestígio fóssil
- Registro preservado de atividade ou presença de um ser do passado; pode existir sem conservar seu corpo inteiro.
Como analisar e conferir
- Leia o processo de formação descrito, não só a aparência.
- Distingua resto corporal de marca de atividade.
- Confira se as camadas foram perturbadas antes de propor uma ordem relativa.
Exemplo resolvido
Três camadas sedimentares, Baixa, Média e Alta, foram depositadas nessa posição e não sofreram perturbação. A Média conserva marcas de deslocamento. O que se pode dizer sobre idade e vestígio?
- A condição de camadas não perturbadas permite comparar a ordem de deposição.
- Baixa precede Média, que precede Alta.
- As marcas podem registrar atividade, sem serem ossos; não há informação para uma data numérica.
A ordem relativa é Baixa, Média, Alta. O vestígio não fornece por si só idade em anos.
Um erro para investigar
Todo fóssil precisa ser um osso e indicar uma idade exata.
Marcas preservadas também podem ser fósseis; idade numérica exige outras evidências.
Natureza do vestígio e método de datação são perguntas diferentes.
- Processos de formação ajudam a interpretar rochas.
- Ordem relativa não é uma data numérica.

Verifica agora
Em camadas sedimentares não perturbadas, uma marca está na camada inferior e um resto corporal na superior. Compare a ordem de deposição sem atribuir idades em anos.
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Resposta: Critérios: responder a todas as partes pedidas, preservando fatos, condições e unidades do modelo abaixo; aceitam-se redações equivalentes. Modelo: A camada inferior foi depositada antes da superior. A posição fornece ordem relativa, não idades exatas em anos.
A condição de ausência de perturbação sustenta a relação, mas não uma escala temporal numérica.
Um registro identifica uma pegada antiga preservada como vestígio de atividade; outro mostra uma marca feita ontem por uma ferramenta em uma pedra. Um aluno aceita apenas ossos como fósseis e chama qualquer marca em pedra de fóssil. Corrija os dois critérios e compare os registros.
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Resposta: Critérios: responder a todas as partes pedidas, preservando fatos, condições e unidades do modelo abaixo; aceitam-se redações equivalentes. Modelo: A pegada preservada pode ser fóssil mesmo sem osso. A marca recente de ferramenta não é vestígio de um ser do passado; estar em uma pedra não a torna fóssil.
Restos e vestígios de atividade podem integrar o registro fóssil, mas a aparência de marca e o suporte de pedra não bastam sem origem e contexto.
Uma sequência de camadas foi invertida por um processo geológico. Um aluno aplica «mais baixo é mais antigo» sem considerar a inversão. Por que essa leitura precisa ser revista?
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Resposta: Critérios: responder a todas as partes pedidas, preservando fatos, condições e unidades do modelo abaixo; aceitam-se redações equivalentes. Modelo: A regra usada exige camadas não perturbadas. Com inversão, é necessário reconstruir a posição original e o processo antes de ordenar.
A posição atual pode não conservar a ordem de deposição.
Um registro descreve rocha formada por material fundido que solidificou; outro descreve transformação por pressão e temperatura sem fusão completa. Diferencie os processos e explique por que a cor não decide essa classificação.
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Resposta: Critérios: responder a todas as partes pedidas, preservando fatos, condições e unidades do modelo abaixo; aceitam-se redações equivalentes. Modelo: O primeiro descreve formação ígnea; o segundo, metamórfica. A classificação depende do processo registrado, e não apenas da cor.
Uma característica visual pode ocorrer em rochas com histórias de formação diferentes.
Alinhamento curricular e fontes
- 6º ano, EF06CI12, p. impressa 345. Relações básicas de rochas e fósseis, sem datação absoluta. · Base Nacional Comum Curricular

