
A margem do rio · Guia e soluções
10-ano · relato-de-viagem
Que tensão a narradora identifica no seu «talvez»?
Uma possibilidade verbal encobre o desejo de conservar o plano.
Parágrafo 1
O talvez formula uma possibilidade ao serviço do desejo de manter o plano. Não exprime obrigação nem dúvida sobre a existência da ponte.
Como se relacionam o mapa e a explicação do trabalhador?
Representam o acesso anterior e a condição encontrada durante as obras.
Parágrafos 1 e 2
O mapa conserva um acesso anterior; a placa e o trabalhador informam a obra presente. Não há duas rotas disponíveis nem divergência sobre a estação.
Por que é insuficiente dizer que a obra «roubara a vista do rio»?
A frase regista uma perda e omite o conhecimento obtido pelo outro percurso.
Parágrafos 3 e 4
A frase regista apenas o que se perdeu. A moradora e o canal permitem compreender relações que o desvio tornou visíveis; a chegada é mais tardia.
Qual é a função da chegada à ponte na construção do relato?
Permite confrontar o traço previsto com a experiência do percurso.
Parágrafo 4
Da ponte veem-se os dois percursos e pode comparar-se previsão e experiência. Não se confirma a abertura procurada nem se resolve a origem do canal.
Que avaliação respeita a ressalva sobre uma pessoa com dificuldade em subir?
A experiência enriquecedora dos irmãos não determina o valor do desvio para outros.
Parágrafo 5
A avaliação dos irmãos é situada; uma subida difícil pode mudar o efeito para outro viajante. A informação do trabalhador mantém validade e a acessibilidade continua relevante.
A versão final trata o mapa como um recurso aproveitável cuja informação precisa de ser confrontada com as condições encontradas.
Verdadeiro
Parágrafos 2, 4 e 5
Verdadeiro: o mapa deixa de bastar, mas permite comparar a rota prevista com a percorrida. O final diz explicitamente que continuou útil.
Verdadeiro
