
A viagem que ficou no caderno · Guia e soluções
10-ano · relato-de-viagem
O que revela a escolha do apito para iniciar o relato final?
A narradora dá lugar à atividade quotidiana que a imagem turística omitia.
Parágrafos 1 e 5
O apito recupera uma ação quotidiana ausente da abertura promocional. Não declara fracasso nem abandona a paisagem, que é conservada.
Como é que a nota sobre a feira modifica a leitura da oficina?
Mostra uma tradição ligada à circulação e ao trabalho presente.
Parágrafos 2 e 4
A feira e as encomendas ligam a tradição a circulação presente. O artesão inclui vizinhos entre compradores; a reparação não foi feita pelos visitantes.
Que limite a narradora reconhece na palavra «silêncio»?
Descreve o silêncio daquele miradouro, não toda a vida quotidiana da aldeia.
Parágrafo 3
O silêncio pertence ao miradouro naquela tarde. Não resume a manhã, não desaparece na oficina e não implica excluir a água.
Em que consiste a intervenção da colega sobre o caderno?
Reorganiza o sentido dos factos já anotados.
Parágrafo 4
A colega relaciona reparação, tradição e feira a partir de notas existentes. Não altera destino nem acrescenta um testemunho próprio do mercado.
Como o texto caracteriza a relação entre folheto e relato de viagem?
O relato acrescenta contextos ao recorte promocional do folheto.
Parágrafos 1, 3 e 5
O relato acrescenta atividade e contexto à seleção turística. Não confirma toda a imagem nem substitui acontecimentos por crítica abstrata.
Ao conservar o silêncio do miradouro e a atividade do mercado, a narradora torna o relato incoerente.
Falso
Parágrafos 3 e 5
Falso: as descrições são situadas em lugares e momentos diferentes. Conservar ambas dá complexidade ao relato, sem contradição.
Falso
