As frases relativas: der, die, das outra vez, e o verbo no fim
QECR B1 · etapa editorial 1
Etapas internas da edumaterial dentro de cada nível. O QECR não as define.
Se pudesse: o Konjunktiv II com würde, hätte e wäreFalar do que não é real: o que farias, o que terias, o que seria. Com a regra curta que…A passiva com werden: quando importa o que se faz e não quemMontar uma passiva alemã com as suas duas peças —werden conjugado e o particípio no fim…O genitivo: des, der, e o -s que se cola ao nomeDizer de quem é algo com o quarto caso: des Mannes, der Frau, des Kindes, der Kinder. E…als, wenn ou wann: os três «quando» do alemãoEscolher entre os três com duas perguntas: é uma PERGUNTA, direta ou indireta? então…O infinitivo com zu: quando se põe e quando nãoLigar um segundo verbo à frase com zu, e saber os poucos casos em que NÃO se põe: atrás…Os verbos reflexivos: sich, e o mich que às vezes é mirUsar a dúzia de reflexivos que aparecem todos os dias —sich freuen, sich interessieren…A regra, em três linhas
Uma frase relativa liga uma descrição a um substantivo, e o seu pronome é der, die ou das outra vez. A forma escolhe-se com DUAS perguntas independentes: o GÉNERO é dado pela palavra de fora e o CASO pelo verbo de dentro. Der Mann, DEN ich sehe. E o verbo vai para o fim, como em toda a subordinada.
O erro típico. Escolher o relativo olhando só para o substantivo de fora e pôr der porque Mann é masculino. O género é masculino, sim, mas o caso é decidido pelo verbo da relativa: se é sehen, é acusativo e faz den. São duas decisões separadas.
Porque te escapa a ti. O português também usa «que» para quase tudo, mas tem «cujo», que concorda com o que vem depois e é a coisa mais parecida com um relativo declinado. Quem o tem na cabeça já sabe que um relativo pode mudar de forma; falta que em alemão isso passa em TODOS.
